 |
| Sensibilidade e respeito para com seu orixá. |
Mais imagens da construção dos espaços sagrados, ao longo da praia, para a realização dos rituais de Oxum. As mais diversas Casas de religião (Umbanda, Batuque, Quimbanda...) levam todo o material necessário para as cerimônias de celebração, cada uma com suas peculiaridades junto das semelhanças, transformando a longa faixa de areia num imenso e único espaço religioso. São crianças, homens e mulheres, negros e brancos, que mantêm a crença viva e colaboram para que, a cada ano, a festa seja mantida. Vestidos ou não com a roupa de ritual, cantam e dançam nesses "santuários" para a chegada de Oxum em seus "terreiros-areia". Ou simplesmente realizam uma "oração" à beira d'água e oferecem flores amarelas.
 |
A criancinha já pronta para o ritual de sua Casa. |
 |
Antes do ritual, as crianças brincam,
mesmo já caracteristicamente vestidas. |
 |
| A caminho do preparo... |
Apesar de ter uma "espinha dorsal" que une todas as manifestações de uma determinada religião, há as negociações dentro de cada espaço que permitem que tal religião adote a "cara" de seu grupo religioso, como bem disse Durkheim. Dentre essas "brechas", cada Casa realiza o seu ritual para Oxum com alguns detalhes específicos, instalando seus santos (católicos ou não) nos congás de areia, como São Jorge, Divino Espírito Santo, Iemanjá...

 |
A construção detalhada do congá com imagens
de Iemanjá, Santo Expedito,
Divino Espírito Santo e
Nossa Senhora da Conceição Aparecida
(sincretizada com Oxum)...
|

 |
| A pequena Iansã brinca... |
 |
Os espaços são caracteristicamente demarcados,
indicando que ali será uma casa de religião,
mesmo que temporária. |
 |
| E brinca... |
Nenhum comentário:
Postar um comentário